Inadimplência das famílias é a menor apurada em dois anos

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Dados da Pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), indicam que a inadimplência das famílias brasileiras atingiu 28,3% em janeiro de 2024, a menor taxa desde março de 2022. O estudo também revela que a proporção de famílias que não conseguirão pagar suas contas em atraso ficou em 12% em janeiro, a menor desde abril de 2023. No entanto, ainda está acima do patamar pré-pandemia (10%).

Embora a inadimplência esteja em queda, o percentual de famílias com dívidas, em atraso ou não, ainda é elevado, situando-se em 78,1% em janeiro. Esse número representa uma ligeira alta em relação a dezembro de 2023 (77,6%) e janeiro de 2023 (78%).

A queda da inadimplência é um indicador positivo para a economia brasileira, mas ainda é cedo para afirmar que a tendência se manterá. A perspectiva para o futuro dependerá de diversos fatores, como a trajetória da taxa de juros, a inflação, o ritmo de crescimento da economia e a criação de novas vagas de emprego. De qualquer forma, a melhora da capacidade de pagamento das famílias pode impulsionar as vendas no varejo e estimular a atividade econômica, além de ter uma influência nas tendências futuros de reajuste nos juros.

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