Ômicron: Conheça 3 dados científicos sobre a variante

Vírus se espalha rapidamente pelo mundo

A nova variante do coronavírus, Ômicron, tem alterado os hábitos da pandemia com novas ondas de intensa contaminação.

Nomeadas de acordo com o alfabeto grego, as variantes do coronavírus receberam seus nomes em ordem até aqui, no entanto, como as próximas duas letras (Ni e Xi) eram muito semelhantes à pronúncia “new” do inglês e à um termo popular na China, a Organização Mundial de Saúde (OMS) preferiu pular ambas e nomear a nova variante de Ômicron.

Apesar de mais infecciosa, a nova variante tem causado menos mortes e, todos os dias, surpreendido cientistas que pesquisam suas características.

Confira 3 dados científicos confirmados sobre a Ômicron:

Ela foi considerada menos agressiva, mas, confunde cientistas

Considerada menos agressiva que a variante delta por vários meses, a Ômicron surpreende o mundo com uma infecção sem precedentes após meses de estabilidade.

As alterações no vírus parecem tê-lo tornado menos doloso, contudo, a maior responsabilidade da gravidade reduzida se deve à imunidade como resultado da vacinação e episódios anteriores de covid.

O risco de considera-la mais leve pode ser fatal. Não arrisque sua saúde.

Ela é a variante que se espalhou mais rápido pelo mundo

Em parte, pela diminuição de precauções, contudo, estudos estão sendo realizados para determinar se há algo na variante que justifique sua taxa de contágio sem precedentes.

No Brasil, a maioria das cidades já está com taxas de contágio recordes e que justificam medidas de emergência pandêmica.

Em São Paulo, por exemplo, a taxa está em 1,79, ou seja, 100 pessoas infectadas podem contaminar até 179.

Com alto potencial de contaminação, a variante já demandou diversas medidas restritivas.

A reinfecção por Covid-19 é mais comum com a variante Ômicron

Estudos do Reino Unido demonstram que 37% dos infectados no país já contraíram Covid-19.

Isso indica que a nova cepa dribla a imunidade, outro motivo para se resguardar.

Além disso, estudos demonstram que as terceiras doses são as mais seguras para desenvolver anticorpos contra a variante.

Por isso, vacine-se!

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